MORIS
Pinto tempestades em formatos demasiado pequenos para as conter. O meu trabalho explora as tensões invisíveis e as emoções que carregamos sem as ver sempre.
Através das cores, das formas e das texturas, procuro revelar aquilo que cada um esconde em si, de modo a criar um espaço onde o espectador se confronta com os seus fragmentos íntimos.
Posiciono-me como um grão de areia na engrenagem. As minhas obras abalam as referências, surpreendem e abrem caminhos para uma percepção renovada. Não procuram decorar, mas provocar um movimento, um questionamento e, por fim, uma elevação. O meu universo oscila entre o caos e a harmonia.
Cada tela é concebida como uma experiência sensorial onde o espectador é convidado a perder-se e a reencontrar-se ao mesmo tempo.
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